Voltar-se para Deus
Voltar-se para Deus é despojar-se totalmente do "eu" que está em cada um de nós, é desnudar-se de tudo aquilo que você entende ser seu por conquista. Voltar-se para Deus é abrir mão dos próprios sonhos pelos sonhos de Deus e dos outros. Voltar-se para Deus é dizer: Senhor, está doendo, mas eu aceito Tua vontade (mesmo que você não saiba ou não esteja certo de qual seja essa vontade).Voltar-se para Deus vai além de conhecimento ou busca, voltar-se para Deus está relacionado ao amor. Amor a Ele mesmo e amor ao próximo.
Amar ao próximo consiste em abrir mão daquilo que muito desejamos e olhar para a necessidade do outro e isso não é nada fácil, confesso.
Aqui são registros de alguém que está vivenciando exatamente tudo o que está escrevendo.
Penso que sem Deus seria incapaz de fazer o que fiz hoje. Eu só quis ver o outro feliz, completo... entendendo que eu não preciso necessariamente fazer parte de tal felicidade.
Entender que o outro não precisa de você para ser feliz e amar da mesma forma é muito difícil porque dói demais. Mas Deus me ama também, tenho certeza disso. E é isso, somente a certeza de que Ele me ama e que cuida de mim já é o suficiente para que eu creia que a manhã chegará em minha também, e ela chegará trazendo alegria, trazendo conforto, trazendo paz e boas novas.
Lembrei-me neste momento que foi numa manhã que o Salvador ressurgiu trazendo esperança ao que não tinha mais nenhuma... era também pela manhã que o maná (pão) de Deus caia do céu para o povo de Israel que estava no deserto e este lhe saciava a fome.
Senhor, aguardo a Tua manhã na minha vida! Só quero paz para todos! Por amor Deus, responde minhas orações e que não seja vã...
Esta foi a Palavra de Deus para mim hoje:
| 12 | ¶ Quem na concha de sua mão mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos? Quem recolheu na terça parte de um efa o pó da terra e pesou os montes em romana e os outeiros em balança de precisão? |
| 13 | Quem guiou o Espírito do SENHOR? Ou, como seu conselheiro, o ensinou? |
| 14 | Com quem tomou ele conselho, para que lhe desse compreensão? Quem o instruiu na vereda do juízo, e lhe ensinou sabedoria, e lhe mostrou o caminho de entendimento? |
| 15 | Eis que as nações são consideradas por ele como um pingo que cai de um balde e como um grão de pó na balança; as ilhas são como pó fino que se levanta. |
| 16 | Nem todo o Líbano basta para queimar, nem os seus animais, para um holocausto. |
| 17 | Todas as nações são perante ele como coisa que não é nada; ele as considera menos do que nada, como um vácuo. |
| 18 | ¶ Com quem comparareis a Deus? Ou que coisa semelhante confrontareis com ele? |
| 19 | O artífice funde a imagem, e o ourives a cobre de ouro e cadeias de prata forja para ela. |
| 20 | O sacerdote idólatra escolhe madeira que não se corrompe e busca um artífice perito para assentar uma imagem esculpida que não oscile. |
| 21 | Acaso, não sabeis? Porventura, não ouvis? Não vos tem sido anunciado desde o princípio? Ou não atentastes para os fundamentos da terra? |
| 22 | Ele é o que está assentado sobre a redondeza da terra, cujos moradores são como gafanhotos; é ele quem estende os céus como cortina e os desenrola como tenda para neles habitar; |
| 23 | é ele quem reduz a nada os príncipes e torna em nulidade os juízes da terra. |
| 24 | Mal foram plantados e semeados, mal se arraigou na terra o seu tronco, já se secam, quando um sopro passa por eles, e uma tempestade os leva como palha. |
| 25 | A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? -diz o Santo. |
| 26 | Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar. |
| 27 | ¶ Por que, pois, dizes, ó Jacó, e falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao SENHOR, e o meu direito passa despercebido ao meu Deus? |
| 28 | Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. |
| 29 | Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. |
| 30 | Os jovens se cansam e se fatigam, e os moços de exaustos caem, |
| 31 | mas os que esperam no SENHOR renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam. |
(mensagem abaixo retirada do Livro Devocional Mananciais no Deserto)
Há uma lenda que conta como foi que os pássaros criaram asas. Diz que eles haviam sido criados sem asas. Depois, Deus fez as asas e as colocou diante deles, dizendo: "Venham, peguem esses pesos e os carreguem."
Os pássaros possuíam linda plumagem e doce canto; gorjeavam belamente, e suas penas cintilavam ao sol; mas não sabiam o que era cortar os ares. A princípio, hesitaram ante a ordem de apanharem aqueles pesos e os carregarem, mas logo obedeceram; pegaram as asas com o bico, e puseram-nas nos ombros, para melhor carregá-las.
Durante algum tempo, o fardo pareceu-lhes muito pesado e difícil, mas, de repente, quando iam carregando os pesos, suas pontas dobradas sobre o coração, as asas grudaram-se-lhes nas costas, e logo descobriram que podiam utilizá-las, e foram levantados por elas nos ares - os pesos se tornaram em asas.
Isto é uma parábola. Nós somos os pássaros sem asas, e nossos deveres e tarefas são os pequenos cotos de asa que Deus fez para nos erguer e levar em direção às alturas. Nós olhamos para os nossos fardos e cargas pesadas e nos retraímos; mas quando as tomamos e colocamos sobre o coração, elas se nos tornam em asas, e com elas nos elevamos e cortamos as alturas em direção a Deus.
Todo e qualquer fardo que nos é dado por Deus, se o tomarmos de bom ânimo e o levarmos sobre o coração com amor, virá a tornar-se uma bênção para nós. A intenção de Deus é que nossas tarefas nos sejam como auxiliares; se nos recusarmos a abaixar os ombros para recebê-las, estaremos deixando passar uma oportunidade de nos desenvolvermos. - J. R. Miller
Bendito seja qualquer peso - por mais esmagador que pareça - que Deus tenha bondosamente atado com Suas mãos aos nossos ombros. - E. W. Faber